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ASPIRAÇÃO DE CORPO ESTRANHO
Description
Mind Map on ASPIRAÇÃO DE CORPO ESTRANHO, created by Bia Laus on 25/06/2020.
Mind Map by
Bia Laus
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Created by
Bia Laus
over 4 years ago
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ASPIRAÇÃO DE CORPO ESTRANHO
ANATOMIA
SUPERIOR
LARINGE
VÁLVULA QUE IMPEDE
A PASSAGEM DE AR DURANTE A DEGLUTIÇÃO
A PASSAGEM DE ALIMENTO DURANTE A RESPIRAÇÃO
ÓRGÃO DE PRODUÇÃO DO SOM
ESTÁ NO PLANO MEDIANO, ANTERIOR AO PESCOÇO
CONECTA A FARINGE A TRAQUEIA
CAVIDADE NASAL
CONCHAS NASAIS QUE TURBILHONAM O AR
CONECTA AS NARINA À FARINGE
FILTRA, UMEDECE E AQUECE O AR
FARINGE
NASOFARINGE
POSTERIOR À CAVIDADE NASAL, ACIMA DO PALATO MOLE
OROFARINGE
ESPAÇO DA CAVIDADE BUCAL
ENTRE A RAIZ DA LÍNGUA, O PALATO MOLE E A EPIGLOTE
LARINGOFARINGE
PORÇÃO INFERIOR DA FARINGE
COMUNICA-SE COM O ESÔFAGO
INFERIOR
TRAQUEIA
BRÔNQUIOS
DIREITO
CURTO, VERTICALIZADO, MAIS CALIBROSO
RAMIFICAÇÕES
BRÔNQUIO LOBAR SUPERIOR
BRÔNQUIO LOBAR INTERMÉDIO
BRÔNQUIO LOBAR MÉDIO
BRÔNQUIO LOBAR INFERIOR
ESQUERDA
LONGA, HORIZONTALIZADA, MENOS CALIBROSO
RAMIFICAÇÕES
BRÔNQUIO LOBAR SUPERIOR
BRÔNQUIO LOBAR INFERIOR
LOCALIZADO NA REGIÃO MEDIANA, INFERIORMENTE À LARINGE E ANTERIORMENTE AO ESÔFAGO
CONSTITUÍDO POR CARTILAGENS EM "C" E MEMBRANA
PULMÕES
PULMÃO DIREITO
LOBO SUPERIOR, MÉDIO E INFERIOR
FISSURA HORIZONTAL E OBLÍQUOA
PULMÃO ESQUERDO
LOBO SUPERIOR E INFERIOR
FISSURA OBLÍQUOA
INCISURA CARDÍACA E LÍNGOLA
FISIOLOGIA
SNC
BULBO É O CENTRO DE CONTROLE
PONTE É O QUE DETERMINA O RITMO
DIAFRAGMA
PRINCIPAL MÚSCULO
CONTRAÇÃO GERA PRESSÃO NEGATIVA PERMITINDO A ENTRADA DE AR
INSPIRAÇÃO É ATIVA
RELAXAMENTO PERMITE ESVAZIAMENTO DO PULMÃO
ESVAZIAMENTO É PASSIVO
CAMINHO QUE O AR PERCORRE
ZONA DE TRANSPORTE
ZONA DE TRANSIÇÃO
ZONA RESPIRATÓRIA
DUCTOS E SACOS ALVEOLARES E ALVÉOLOS
VIAS SUPERIORES E ÁRVORE BRÔNQUICA
ESPAÇO MORTO
ANATÔMICO
SEGMENTOS QUE NÃO OCORRE A TROCA GASOSA
FISIOLÓGICO
ESPAÇO MORTO MAIS OUTROS VOLUMES GASOSOS PULMONARES QUE NÃO PARTICIPAM DA TROCA DE GASES
VENTILAÇÃO E PERFUSÃO
EFEITO SHUNT
HIPOXEMIA
PERFUSÃO PREVALECE SOBRE VENTILAÇÃO
ESPAÇO MORTO
HIPERCAPNIA
VENTILAÇÃO PREVALECE SOBRE PERFUSÃO
PULMÃO
ZONA 1
PRESSÃO ALVEOLAR>PRESSÃO ARTERIAL>PRESSÃO VENOSA
PREDOMINA UM ESPAÇO MORTO
ZONA 2
PRESSÃO ARTERIAL>PRESSÃO ALVEOLAR>PRESSÃO VENOSA
EQUILÍBRIO
ZONA 3
PRESSÃO ARTERIAL>PRESSÃO ALVEOLAR>PRESSÃO VENOSA
PREDOMINA O EFEITO SHUNT
VOLUMES PULMONARES
VOLUME CORRENTE
ENTRA E SAI DOS PULMÕES EM CICLO
VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO
INSPIRAÇÃO NORMAL E EXPIRAÇÃO FORÇADA
VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO
EXPIRAÇÃO NORMAL E INSPIRAÇÃO FORÇADA
VOLUME RESIDUAL
EVITA O COLABAMENTO
CAPACIDADE PULMONAR
CAPACIDADE INSPIRATÓRIA
VOLUME CORRENTE+VOLUME RESERVA INSPIRATÓRIO
CAPACIDADE VITAL
VOLUME CORRENTE+VOLUME RESERVA INSPIRATÓRIO+VOLUME RESERVA EXPIRATÓRIO
É A SOMA DISSO TUDO, O TOTAL
MANOBRA DE HEIMLICH
USADA EM CASOS DE EMERGÊNCIA QUANDO ASFIXIADO
SITUAÇÕES A SEREM FEITAS
NA PESSOA ACORDADA
EM SI MESMO
PESSOA DESACORDADA
NÃO FAZER MANOBRA
MASSAGEM CARDÍACA
CRIANÇA
MECANISMO DA TOSSE
CORPO ESTRANHO
ESTIMULA RECEPTORES DA MUCOSA RESPIRATÓRIA
EFERÊNCIAS
NERVO LARÍNGEO INFERIOR
FECHAMENTO DA GLOTE
RETENÇÃO DE AR
TOSSE
NERVO FRÊNICO
MUSCULATURA RESPIRATÓRIA
ABERTURA SÚBITA DA GLOTE
EXPIRAÇÃO FORÇADA
DEGLUTIÇÃO (D) E ASPIRAÇÃO (A)
FISIOPATOLOGIA
OBSTRUÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS
BAIXA [OXIGÊNIO]
SNP FAZ VASODILATAÇÃO
PA DIMINUI
PERDA DE CONSCIÊNCIA
MENOS SUPRIMENTO SANGUÍNEO CEREBRAL
RESPOSTA REFLEXA
TOSSE
ETIOLOGIA
CRIANÇA
INSEREM VÁRIOS OBJETOS NA CAVIDADE ORAL
MASTIGAÇÃO INCOMPLETA
AUSÊNCIA DOS DENTES MOLARES
ALIMENTOS INADEQUADOS PARA A IDADE
ATIVIDADES CONCOMITANTES À ALIMENTAÇÃO
SEMENTE
ADULTOS
EM PROCEDIMENTO NA OROFARINGE
EM ESTADO DE INCONSCIÊNCIA
PROBLEMAS NEUROLÓGICOS E PSIQUIÁTRICOS ASSOCIADOS
CE DE NATUREZA VARIÁVEL
IDOSOS
MASTIGAÇÃO INEFICIENTE
PRÓTESES DENTÁRIAS INADEQUADAS
DISFAGIA
EPIGLOTE NÃO OBSTRUI A GLOTE COMPLETAMENTE
EPIDEMIOLOGIA
PODE OCORRER EM QUALQUER FASE DA VIDA
MAIS FREQUENTE
IDOSOS
CRIANÇAS
84% MENORES DE 5 ANOS
73%NOS PRIMEIROS 3 ANOS
MAIOR PREVALÊNCIA EM MENINOS
MENOR FREQUENTE EM ADULTOS
QUADRO CLÍNICO
DEGLUTIÇÃO
RETO
SANGUE NAS FEZES
ESTÔMAGO E INTESTINO
CÓLICA E DISTENSÃO
DOR ABDOMINAL, NÁUSEAS E VÔMITOS
ESÔFAGO
DISFAGIA
DOR
SENSAÇÃO DE ALGO PRESO NA GARGANTA
SALIVA COM SANGUE
ÂNSIA DE VÔMITO
MAS NÃO CONSEGUE EXPELIR NADA
OBSTRUÇÃO COMPLETA
NÃO CONSEGUE ENGOLIR NEM SALIVAR
SALIVAÇÃO EXCESSIVA
BABA E COSPE CONSTANTEMENTE
ASPIRAÇÃO
EVENTO INICIAL AGUDO
MANIFESTAÇÃO CLÍNICA CLÁSSICA
CIANOSE
PALIDEZ
VÔMITO
SIBILÂNCIA
TOSSE INTENSA
INTERVALO ASSINTOMÁTICO
VARIA DE HORAS A DIAS ATÉ O REAPARECIMENTO DOS SINTOMAS
COMPLICAÇÕES
DIAGNÓSTICO
EXAME FÍSICO
SER PRECOCE
EVITA SEQUELAS IRREVERSÍVEIS
EVITA INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS
PADRÃO OURO
BRONCOSCOPIA
EXAME RADIOLÓGICO
CORPO ESTRANHO (CE) NÃO RADIOPACO
RADIOGRAFIA NORMAL NÃO EXCLUI PRESENÇA DE CE EM VIA AÉREA
REPETIR EXAME APÓS 6 HORAS
RADIOPACO APENAS EM 10% DOS CASOS
ANAMNESE
DIFICULTADA
AUSÊNCIA DE TESTEMUNHA
CRIANÇAS PEQUENAS
DEVE SER CONSIDERADO ASPIRAÇÃO DE CE
ASSIMETRIA NA AUSCULTAÇÃO
TOSSE E SIBILO
CIANOSE E APNÉIA
ROUQUIDÃO
SINAIS DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA
TRATAMENTO
BRONCOSCÓPIO
DIFÍCIL ACESSIBILIDADE
LARINGOSCOPIA
CRICOTIREOIDOSTOMIA (EMERGENCIAL)
NÃO RESULTA NA VENTILAÇÃO IMEDIATA
PACIENTE HOSPITALIZADO
ATÉ REMISSÃO COMPLETA DO QUADRO CLÍNICO
PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DE CONTROLE
ATENÇÃO AO TRATAMENTO DAS POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES
PROGNÓSTICO
ALTA MORBIDADE E MORTALIDADE
PRIMEIROS TRÊS ANOS DE VIDA
DEMORA PARA REALIZAR ENDOSCOPIA
INFLAMAÇÃO LOCAL AO REDOR DO CORPO ESTRANHO
COMPLICAÇÕES
OCORRE QUANDO O DIAGNÓSTICO É FEITO 24 HORAS APÓS
QUANTO MAIOR O TEMPO DE ASPIRAÇÃO E RETARDO NA RETIRADA
RISCO DE SEQUELAS
RISCOS BRONCOASPIRAÇÃO
OCORRE QUANDO O EPISÓDIO PASSA DESPERCEBIDO
PNEUMONIA, ATELECTASIA, HIPOXIA, PERFURAÇÃO ESOFÁGICA E MORTE
COMPLICAÇÕES
ASPIRAÇÃO
BRONCOPNEUMONIA
HIPÓXIA
PARADA CARDIORESPIRATÓRIA
COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS
ATELECTASIA
BRONCOSCOPIA
TRAUMATISMOS DAS VIAS AÉREAS
EDEMA
PERFURAÇÕES
PNEUMATÓRAX
É MAIS RARO
DEGLUTIÇÃO
PERFURAÇÃO
VAZAMENTO DE CONTEÚDO
INFLAMAÇÃO COM RISCO DE MORTE
PERFURAÇÃO NO RETO
SANGUE NAS FEZES
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
BRONCOESPASMO
ESTREITAMENTO DA LUZ
BRONCOCONSTRIÇÃO POR RESPOSTA À Ach
SIBILOS
ALERGIA
REAÇÃO AGUDA
CHOQUE ANAFILÁTICO
EDEMA DE GLOTE
CARDIOPATIA
HEMATOSE COMPROMETIDA
CIANOSE, FALTA DE AR AOS ESFORÇOS, BATIMENTOS IRREGULARES
DÉBITO CARDÍACO E RESISTÊNCIA VASCULAR ALTERADOS
LARINGITE
VIRAL
ALTA CONTAGEM DE NEUTRÓFILOS
BACTERIANA
ALTA CONTAGEM DE LINFÓCITOS
TOSSE SÍNCOPE
AUMENTO DA PRESSÃO INTRATORÁCICA COM REDUÇÃO DO RETORNO VENOSO
LARINGOMALACIA
LESÃO QUE RESULTA EM COLAPSO DAS ESTRUTURAS SUPRAGLÓTICA QUE LEVA À OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS
CLASSIFICAÇÃO DE HOLLINGER
REFLUXO
CONSEQUÊNCIA DA PERDA DE CONSCIÊNCIA
CONFUSÃO MENTAL
AMNESIA E CEFALEIA
TONTURA E SONOLÊNCIA
MAL ESTAR
NÁUSEA E VÔMITO
OBNUBILAÇÃO E CRISES CONVULSIVAS
SUDORESE E PALIDEZ
PALPITAÇÃO OU PARADA CADÍACA
COMA
SEQUELAS NEUROLÓGICAS MOTORAS E INTELECTUAIS
PROPEDÊUTICA
INSPEÇÃO
DINÂMICA
AVALIAR A RESPIRAÇÃO
PADRÃO RESPIRATÓRIO
ESFORÇO
MUSCULATURA ACESSÓRIIA
INTERCOSTAIS
ESTERNOCLEIODMASTÓIDEO
ESCALENOS
ESTÁTICA
PRESENÇA DE LESÕES, CICATRIZES, ABAULAMENTOS, ASSIMETRIA E ETC
TÓRAX NORMAL, GLOBOSO, CIFÓTIVO, PIRIFORME, ESCAVADA, CARINIFORME E ESCOLIÓTICO
TIRAGEM
AVALIAÇÃO DO RITMO RESPIRATÓRIO
BRADIPNÉIA, TAQUIPINÉIA, RUIDOSA, OBSTRUTIVA, BIOT, KUSSMAUL, E CHEYNE-STOKES
PALPAÇÃO
SENSIBILIDADE
EXPANSIBILIDADE
AVALIA AMPLITUDE E SIMETRIA
PRENITO TORACOVOCAL
VIBRAÇÃO PERCEBIDA PELO TRATO QUE É PRODUZIDA PELA VOZ E É TRANSMITIDA PELO TÓRAX
PERCURSSÃO
DOIS GOLPES POR VEZ
AVALIA O TÓRAX PARA IDENTIFICAR O TIPO DE CONTEÚDO QUE ESTÁ NO LOCAL
AUSCULTA
NORMAL
BRÔNQUICO, MURMURIO VESICULAR E TRAQUIAL
PATOLÓGICO
RONCOS, ESTERTOR E SIBILOS
TERMOS DESCONHECIDOS
SÍNCOPE
PERDA TEMPORÁRIA DE CONSCIÊNCIA
CAUSADA PELA DIMINUIÇÃO RÁPIDA DE FLUXO SANGUÍNEO DIRECIONADO AO CÉREBRO
CIANOSE
COLORAÇÃO AZULADA DA PELE, UNHAS E BOCA
CAUSADA PELA BAIXA QUANTIDADE DE OXIGÊNIO E CIRCULAÇÃO DO SANGUE
LIPOTIMIA
SENSAÇÃO DE DESMAIO
PRECEDE A SÍNCOPE
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