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Flashcards

Patologia 7EM1 XIX

Melissa Soares Moraes Portuguese 74 cards 1,761 views

Patologia 7EM1 XIX

Cards in this deck (74)

  1. 1—Rim Normal- Panorâmica da camada cortical. Glomérulos e túbulos.Rim Normal- Panorâmica da camada cortical. Glomérulos e túbulos.
  2. 2—Glomérulo Normal (Rim Normal)- Notar o tamanho, celularidade, espessura dos capilares, largura do espaço de Bowman.Glomérulo Normal (Rim Normal)- Notar o tamanho, celularidade, espessura dos capilares, largura do espaço de Bowman.
  3. 3—Glomérulo Normal (Rim Normal)- Notar o tamanho, celularidade, espessura dos capilares, largura do espaço de BowmanGlomérulo Normal (Rim Normal)- Notar o tamanho, celularidade, espessura dos capilares, largura do espaço de Bowman
  4. 4—Túbulos (Rim Normal)- contornados proximais as células são maiores, com citoplasma róseo e abundante (>mitocôndria- bombeamento de sais e solutos); distais pálidos (>citoplasma)Túbulos (Rim Normal)- contornados proximais as células são maiores, com citoplasma róseo e abundante (>mitocôndria- bombeamento de sai...
  5. 5—Vasos (Rim Normal)- arteríolas - uma só camada de células musculares lisas e não têm membrana elástica interna; pequenas artérias - mais de uma camada de células musculares lisas e têm membrana elástica interna .Vasos (Rim Normal)- arteríolas - uma só camada de células musculares lisas e não têm membrana elástica interna; pequenas artérias - mais ...
  6. 6—COMPARAÇÃO GLOMÉRULO NORMAL(A) GLOMERULONEFRITE PROLIFERATIVA AGUDA (B)-hipercelularidade glomerular por leucócitos intracapilares e proliferação de células glomerulares intrínsecas [SÍNDROME NEFRÍTICA]COMPARAÇÃO GLOMÉRULO NORMAL(A) GLOMERULONEFRITE PROLIFERATIVA AGUDA (B)-hipercelularidade glomerular por leucócitos intracapilares e prol...
  7. 7—Glomerulonefrite difusa aguda
    (doença imune por deposição de imunocomplexos)- glomérulos maiores e mais celularidade (neutrófilos e proliferação de células glomerulares), espaços de Bowman comprimidos (>vol tufos capilares),
    Glomerulonefrite difusa aguda (doença imune por deposição de imunocomplexos)- glomérulos maiores e mais celularidade (neutrófilos e proli...
  8. 8—COMPARAÇÃO GLÓMERULO COM GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA PÓS eSTREPTOCÓCICA E RIM NORMAL - Notar maior hipercelularidade e espaços de Bowmn comprimidos pelo aumento do volume dos tufos capilaresCOMPARAÇÃO GLÓMERULO COM GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA PÓS eSTREPTOCÓCICA E RIM NORMAL - Notar maior hipercelularidade e espaços de Bowmn...
  9. 9—. Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica- Glomérulo Volumoso e Hipercelular. Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica- Glomérulo Volumoso e Hipercelular
  10. 10—Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica - Neutrófilos nos tufos capilares (hipercelularidade- deposição de imunocomplexos)Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica - Neutrófilos nos tufos capilares (hipercelularidade- deposição de imunocomplexos)
  11. 11—Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica- [SÍNDROME NEFRÍTICA]Glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) pós-estreptocócica- [SÍNDROME NEFRÍTICA]
  12. 12—Nefropatia membranosa. A, (col. metenamina) - Espessamento difuso das paredes capilares sem
    um aumento no número de células.“espículas” proeminentes da matriz corada com prata (seta) se projetando da lamina densa da membrana
    basal em direção ao espaço urinário, que separa e envolve os complexos imunológicos depositados que não possuem afinidade para a coloração
    por prata.
    Nefropatia membranosa. A, (col. metenamina) - Espessamento difuso das paredes capilares sem um aumento no número de células.“espículas” p...
  13. 13—COMPARAR GLOMÉRULO COM GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA E GLOMÉRULO NORMAL - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente os glomérulos. Não há aumento da celularidade nem espessamento do mesângio. [SÍNDROME NEFRÓTICA]COMPARAR GLOMÉRULO COM GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA E GLOMÉRULO NORMAL - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente...
  14. 14—COMPARAR GLOMÉRULO COM GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA E GLOMÉRULO NORMAL - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente os glomérulos. Não há aumento da celularidade nem espessamento do mesângio. [SÍNDROME NEFRÓTICA]COMPARAR GLOMÉRULO COM GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA E GLOMÉRULO NORMAL - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente...
  15. 15—GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente os glomérulos. Não há aumento da celularidade nem espessamento do mesângio. [SÍNDROME NEFRÓTICA]GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA - Alças capilares são espessadas e hialinas lesão afeta difusamente os glomérulos. Não há aumento da celulari...
  16. 16—Doença da Lesão Mínima- membranas basais normais e a ausência de proliferação. (não há alteração na microscopia óptica) [Glomérulo corado com
    PAS>]
    Doença da Lesão Mínima- membranas basais normais e a ausência de proliferação. (não há alteração na microscopia óptica) [Glomérulo corado...
  17. 17—Doença da Lesão Mínima- As características ultraestruturais da doença da lesão mínima incluem destruição dos processos pediculares (setas) e ausência de depósitos. LC, Lúmen capilar; M, mesângio; P, corpo celular de podócitoDoença da Lesão Mínima- As características ultraestruturais da doença da lesão mínima incluem destruição dos processos pediculares (setas...
  18. 18—Glomeruloesclerose Segmentar Focal- aumento da esclerose segmentar em um dos
    três glomérulos (às 3 horas)
    Glomeruloesclerose Segmentar Focal- aumento da esclerose segmentar em um dos três glomérulos (às 3 horas)
  19. 19—Glomerulosclerose Segmentar Focal- grande aumento da insudação hialina e dos lipídios (pequenos vacúolos) na área escleróticaGlomerulosclerose Segmentar Focal- grande aumento da insudação hialina e dos lipídios (pequenos vacúolos) na área esclerótica
  20. 20—Glomerulonefrite membranoproliferativa - proliferação de células mesangiais, matriz mesangial aumentada (preto), espessamento da membrana basal com divisão segmentada, acentuação da arquitetura lobular, dilatação das células que revestem os capilares periféricos e influxo de leucócitos (proliferação endocapilar).Glomerulonefrite membranoproliferativa - proliferação de células mesangiais, matriz mesangial aumentada (preto), espessamento da membrana...
  21. 21—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Tufos capilares em formas de trevosGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Tufos capilares em formas de trevos
  22. 22—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Lóbulos Glomerulares IndividualizadosGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Lóbulos Glomerulares Individualizados
  23. 23—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Proliferação de células mesangiaisGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Proliferação de células mesangiais
  24. 24—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Espessamento da membrana basal dos capilares gromerularesGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Espessamento da membrana basal dos capilares gromerulares
  25. 25—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Aderência ao folheto parietalGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Aderência ao folheto parietal
  26. 26—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Glomérulo HialinizadoGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Glomérulo Hialinizado
  27. 27—Glomerulonefrite Membranoproliferativa- Espessamento da membrana basal dos capilares gromerularesGlomerulonefrite Membranoproliferativa- Espessamento da membrana basal dos capilares gromerulares
  28. 28—Pulmão NormalPulmão Normal
  29. 29—Miocardite chagásica Aguda- Miocardiócitos e Infiltrados Inflamatórios: misto, predominantemente de células mononucleares, mas também com alguns neutrófilos (segunda seta da figura 1)Miocardite chagásica Aguda- Miocardiócitos e Infiltrados Inflamatórios: misto, predominantemente de células mononucleares, mas também com...
  30. 30—Miocardite Chagásica Aguda- Ninho de AmastigotasMiocardite Chagásica Aguda- Ninho de Amastigotas
  31. 31—Miocardite Chagásica Aguda- Ninhos de AmastigotasMiocardite Chagásica Aguda- Ninhos de Amastigotas
  32. 32—Miocardite Chagásica Aguda- Bleferoblastos: o corpúsculo citoplasmático que dá origem ao flageloMiocardite Chagásica Aguda- Bleferoblastos: o corpúsculo citoplasmático que dá origem ao flagelo
  33. 33—Miocardite Chagásica Crônica- fibrose do miocárdio e o infiltrado inflamatório crônico inespecífico, composto por linfócitos, plasmócitos e macrófagos.Miocardite Chagásica Crônica- fibrose do miocárdio e o infiltrado inflamatório crônico inespecífico, composto por linfócitos, plasmócitos...
  34. 34—Miocardite Chagásica Crônica- [seta verde] Infiltrado Inflamatório Crônico ; [seta preta] Fibrose do InterstícioMiocardite Chagásica Crônica- [seta verde] Infiltrado Inflamatório Crônico ; [seta preta] Fibrose do Interstício
  35. 35—Miocardite Chagásica Crônica- Hipertrofias dos Cardiomiócitos (compensar as que sofreram necrose após parasitismo pelo T. cruzi) e Ausência de ninhos amastigotasMiocardite Chagásica Crônica- Hipertrofias dos Cardiomiócitos (compensar as que sofreram necrose após parasitismo pelo T. cruzi) e Ausênc...
  36. 36—Miocardite Chagásica Crônica- . Há forte dilatação global das cavidades, dando ao coração aspecto arredondado lembrando uma moringa. Em corte, a dilatação também é a alteração predominante. Há hipertrofia do miocárdio ventricular, mas esta está mascarada pela dilatação. Na ponta, há característico afinamento do músculo cardíaco, que pode ficar reduzido a espessura de papel e até formar um aneurisma de ponta. Pode haver trombose neste local ou em outras áreas do coração, secundária a turbilhonamento e a lesão do endocárdio no processo inflamatório crônico.Miocardite Chagásica Crônica- . Há forte dilatação global das cavidades, dando ao coração aspecto arredondado lembrando uma moringa. Em c...
  37. 37—Miocardite Chagásica Crônica- (1) dilatação global do coração [face anterior]; (2) aspecto em moringa [face posterior]Miocardite Chagásica Crônica- (1) dilatação global do coração [face anterior]; (2) aspecto em moringa [face posterior]
  38. 38—Miocardite Chagásica Crônica - (1) dilatação de todas as câmaras cardíacas; (2) Afinamento da ponta do VE.Miocardite Chagásica Crônica - (1) dilatação de todas as câmaras cardíacas; (2) Afinamento da ponta do VE.
  39. 39—Miocardite Chagásica Crônica - Afinamento de VE da ponta do VE e Trombos mistos [seta amarela]Miocardite Chagásica Crônica - Afinamento de VE da ponta do VE e Trombos mistos [seta amarela]
  40. 40—Miocardite crônica chagásica com trombose
    Infartos pulmonares pós-embólicos - rombos parietais no átrio D e ventrículo E.
    Miocardite crônica chagásica com trombose Infartos pulmonares pós-embólicos - rombos parietais no átrio D e ventrículo E.
  41. 41—Miocardite crônica chagásica com trombose - [verde] grande trombo parietal misto; [azul] VE aberto; [amarelo] fibrose da ponta; [branco] material branco artefatoMiocardite crônica chagásica com trombose - [verde] grande trombo parietal misto; [azul] VE aberto; [amarelo] fibrose da ponta; [branco] ...
  42. 42—Miocardite Chagásica com Trombos- Trombos no átrio direito [amarelo]; coração com aspecto globoso.Miocardite Chagásica com Trombos- Trombos no átrio direito [amarelo]; coração com aspecto globoso.
  43. 43—Miocardite Chagásica com Trombo no Ventrículo DireitoMiocardite Chagásica com Trombo no Ventrículo Direito
  44. 44—Pulmão do paciente com miocardite chagásica com trombos [mostrando que pode ter sido uma possível embolia pulmonar de base]Pulmão do paciente com miocardite chagásica com trombos [mostrando que pode ter sido uma possível embolia pulmonar de base]
  45. 45—Hipertrofia do ventrículo esquerdo. A- sobrecarga de pressão decorrente da obstrução ao fluxo de saída do ventrículo esquerdoHipertrofia do ventrículo esquerdo. A- sobrecarga de pressão decorrente da obstrução ao fluxo de saída do ventrículo esquerdo
  46. 46—Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo- com e sem dilatação, vista em cortes transversais do coração. Comparando com coração normal (centro), os corações com hipertrofia por sobrecarga de pressão (à esquerda e na parte A) apresentam aumento da massa e espessamento da parede do ventrículo esquerdo, ao passo
    que o coração hipertrofiado e dilatado (à direita) apresenta massa aumentada e uma espessura de parede normal
    Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo- com e sem dilatação, vista em cortes transversais do coração. Comparando com coração normal (centro),...
  47. 47—COMPARAR MIOCÁRDIO NORMAL COM HIPERTROFIADO [B] - aumento do tamanho da célula e do núcleo nos miócitos hipertrofiadosCOMPARAR MIOCÁRDIO NORMAL COM HIPERTROFIADO [B] - aumento do tamanho da célula e do núcleo nos miócitos hipertrofiados
  48. 48—COMPARAR VE NORMAL COM HIPERTRÓFICOCOMPARAR VE NORMAL COM HIPERTRÓFICO
  49. 49—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento fraco]Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento fraco]
  50. 50—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento médio]Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento médio]
  51. 51—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento grande]Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte longitudinal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento grande]
  52. 52—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte transversal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento médio]Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte transversal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento médio]
  53. 53—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte transversal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento grande]Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial -[corte transversal] primeira coluna normal, segunda coluna hipertrofia [aumento grande]
  54. 54—Dissecção aguda da aortaDissecção aguda da aorta
  55. 55—Dissecação Aguda da AortaDissecação Aguda da Aorta
  56. 56—Hipertrofia do miocárdio do VE
    na hipertensão arterial crônica.
    Aneurisma dissecante da aorta ascendente
    Hipertrofia do miocárdio do VE na hipertensão arterial crônica. Aneurisma dissecante da aorta ascendente
  57. 57—Hipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial crônica. Aneurisma dissecante no início da aorta ascendente - Delaminação da Média da AortaHipertrofia do miocárdio na hipertensão arterial crônica. Aneurisma dissecante no início da aorta ascendente - Delaminação da Média da Aorta
  58. 58—Aneurisma dissecante da raiz da aorta-Aneurisma dissecante da raiz da aorta-
  59. 59—Aneurisma dissecante da raiz da aorta- Rasgo da ìntima que deu início à dissecçãoAneurisma dissecante da raiz da aorta- Rasgo da ìntima que deu início à dissecção
  60. 60—Trombo secundário e região de infarto no mesmo coração com aneurisma dissecanteTrombo secundário e região de infarto no mesmo coração com aneurisma dissecante
  61. 61—Infarto agudo do miocárdio
    (exemplo de infarto anêmico recente) , 1ª coluna normal, 2ª coluna ausência de núcleos
    Infarto agudo do miocárdio (exemplo de infarto anêmico recente) , 1ª coluna normal, 2ª coluna ausência de núcleos
  62. 62—Infarto agudo do miocárdio- células inflamatórias entre os miocardiócitos necróticosInfarto agudo do miocárdio- células inflamatórias entre os miocardiócitos necróticos
  63. 63—Reação Inflamatória Pós Infarto agudoReação Inflamatória Pós Infarto agudo
  64. 64—[preto] INFARTO ANTIGO - fibrose --> reparo [amarelo] miocárdio normal[preto] INFARTO ANTIGO - fibrose --> reparo [amarelo] miocárdio normal
  65. 65—COR PULMONALE ENFISEMATOSO (Hipertrofia do miocárdio ventricular direito no enfisema pulmonar crônico) e coração normalCOR PULMONALE ENFISEMATOSO (Hipertrofia do miocárdio ventricular direito no enfisema pulmonar crônico) e coração normal
  66. 66—COR PULMONALE- Cavidade ventricular direita dilatada (insulficiência)COR PULMONALE- Cavidade ventricular direita dilatada (insulficiência)
  67. 67—COR PULMONALE- Há diferença na espessura das colunas carnudas, mas não na espessura da parede ventricular [comparando com o normal]COR PULMONALE- Há diferença na espessura das colunas carnudas, mas não na espessura da parede ventricular [comparando com o normal]
  68. 68—BRONQUIECTASIASBRONQUIECTASIAS
  69. 69—BRONQUIECTASIA- parede: ausência de cartilagem, músculo liso e glândulas, destruídos que foram pelo processo inflamatório crônico.BRONQUIECTASIA- parede: ausência de cartilagem, músculo liso e glândulas, destruídos que foram pelo processo inflamatório crônico.
  70. 70—BRONQUIECTASIA: ecido de granulação, constituído por vasos neoformados e células inflamatórias de vários tipos, como neutrófilos, linfócitos, plasmócitos e macrófagosBRONQUIECTASIA: ecido de granulação, constituído por vasos neoformados e células inflamatórias de vários tipos, como neutrófilos, linfóci...
  71. 71—BRONQUIECTASIA-Superfície está desprovida de epitélio e recoberta por exsudato purulento (abundância de neutrófilos). SBRONQUIECTASIA-Superfície está desprovida de epitélio e recoberta por exsudato purulento (abundância de neutrófilos). S
  72. 72—BRONQUIECTASIA- FIBROSE PERIBRÔNQUICA fibrose intersticial pulmonar, conseqüência das infecções recorrentes,evolução natural do tecido de granulação.BRONQUIECTASIA- FIBROSE PERIBRÔNQUICA fibrose intersticial pulmonar, conseqüência das infecções recorrentes,evolução natural do tecido de...
  73. 73—BRONQUIECTASIAS- PLEURITE CRÔNICA - PAQUIPLEURIS: pleura está grandemente espessada por tecido de granulação e fibrose, constituindo um paquipleuris.BRONQUIECTASIAS- PLEURITE CRÔNICA - PAQUIPLEURIS: pleura está grandemente espessada por tecido de granulação e fibrose, constituindo um p...
  74. 74—BRONQUIECTASIA menos grave - Há dilatação do brônquio com perda da cartilagem e músculo liso, mas nota-se preservação do epitélio respiratório pseudoestratificado cilíndrico ciliaBRONQUIECTASIA menos grave - Há dilatação do brônquio com perda da cartilagem e músculo liso, mas nota-se preservação do epitélio respira...

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Jogo com as lâminas do módulo 1- 7ª etapa, Turma XIX
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